segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

BOMBEIRO PARAENSE INTEGRA EQUIPE DE GERENCIAMENTO DA TRAGÉDIA EM SANTA MARIA

O capitão José Mário Brito, chefe do setor de Psicologia do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, é um dos oficiais que integram a equipe de gerenciamento da tragédia que vitimou mais de 230 pessoas, durante um incêndio em uma casa noturna, na madrugada do último domingo, 27, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Entre as vítimas está o paraense Rafael Dias Ferreira, de 21 anos, que se formaria este ano pela Universidade Federal de Santa Maria. Em relatório divulgado nesta segunda-feira, 28, a Secretaria de Saúde de Santa Maria, confirma 236 mortes até o momento.

O capitão Mário Brito, que estava em São Paulo trabalhando no planejamento da Associação Brasileira de Psicologia das Emergências e Desastres, da qual faz parte, chegou à cidade gaúcha por volta das 23 horas de domingo para prestar auxílio no atendimento das famílias das vítimas da tragédia. “Meia hora depois 222 corpos já haviam sido identificados pelos familiares”, afirmou o capitão, que ajuda na coordenação das equipes de trabalho no local. O capitão Brito também colheu relatos de que havia dois paraenses envolvidos na tragédia, entre eles Rafael Dias, que morreu durante o incêndio. O militar paraense está tentando contato com a família do jovem. “Acredito que pela tarde eu consiga ter alguma informação da família”.

UFPA CONCEDE TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA AO BISPO DO XINGU DOM ERWIN


O Conselho Universitário (Consun) da Universidade Federal do Pará aprovou por unanimidade a concessão do título de doutor honoris causa ao bispo da prelazia do Xingu, Dom Erwin Krautler, em reconhecimento a sua trajetória de vida em favor dos direitos humanos e das causas indígenas na Amazônia. O prelado, que já tem seis títulos concedidos por outras instituições de dentro e fora do País, receberá a homenagem da UFPA em ato formal, ainda por ser agendado, em Belém, e, em ato simbólico, a ser realizado também no município de Altamira.

JUIZ CRITICA MP POR EXCESSO DE AÇÕES CONTRA BELO MONTE

Em mais um round da batalha judicial para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, o juiz federal Arthur Pinheiro Chaves, da 9ª Vara Judiciária do Pará, criticou o Ministério Público Federal pelo excesso de ações judiciais para barrar a continuidade das obras.

Numa sentença de 42 páginas, o juiz afirma que a pulverização, dispersão, superposição e não racionalização do ajuizamento de medidas judiciais sucessivas possuem efeito contrário ao de proteção dos povos indígenas e do meio ambiente. Para o magistrado, essa estratégia estimula a perpetuação de conflito social na região.

Na decisão, assinada no último dia 21, o magistrado julgou improcedente o pedido do Ministério Público de nulidade da Licença Prévia emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permitiu a realização do leilão da Usina Hidrelétrica Belo Monte na região do Xingu, no Pará.

No estágio atual dos acontecimentos, o juiz destacou na sentença que a grande questão que se coloca em relação à área de Belo Monte e ao seu entorno é o acompanhamento efetivo e eficaz da implementação de todas as medidas voltadas à proteção dos povos indígenas e do meio ambiente, lançadas no Relatório de Impacto Ambiental (Rima) e nos inúmeros estudos e pareceres a feitos pela Funai, Ibama e nas licenças prévia e de instalação do empreendimento.

A usina de Belo Monte entrou em 2013 com 20% das obras concluídas. Segundo o Ministério do Minas e Energia, a usina vai gerar até 11.233 MW de energia. Desde o inicio, o projeto recebeu forte oposição dos ambientalistas, comunidades indígenas e do Ministério Público.

Para o Ministério Público, o projeto afetará diretamente as Terras Indígenas de Paquiçamba, Arara da Volta Grande e Juruna, na medida em que a redução da vazão do Rio Xingu, em trecho de 100 quilômetros, trará considerável diminuição da possibilidade de navegação, pesca e realização de rituais por parte das comunidades indígenas e ribeirinhas ali residentes, modificando negativamente seu modo de vida tradicional.

Em defesa da obra, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assegurou que Belo Monte não atingirá e nem se desenvolverá em terras indígenas e destacou que o Rima prevê medidas compensatórias para minimizar os impactos sobre as populações indígenas.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CONSEPE APROVA CURSO DE MEDICINA EM ALTAMIRA

O Campus de Altamira da Universidade Federal do Pará (UFPA) terá turma única do curso de Graduação em Medicina. A oferta de 30 vagas no município foi possibilitada mediante convênio da UFPA com o Projeto Belo Monte, o qual está viabilizando a infraestrutura para a execução do processo seletivo especial ao curso ainda em 2013. O curso teve projeto político pedagógico elaborado pelo Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da UFPA e será inteiramente financiado pelo Ministério da Educação (MEC).

Dentre outros pontos de pauta, o processo de implantação do curso de Medicina no Campus de Altamira foi apreciado em ad referendum pelo reitor Carlos Maneschy e aprovado por unanimidade, mediante quebra de interstício, durante a primeira reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da UFPA, no ano de 2013, realizada nesta quinta-feira, dia 24.

De acordo com o relator do parecer de criação do curso, professor Tadeu Oliver Gonçalves, representando a pró-reitora de Ensino de Graduação, Marlene Freitas, o curso deverá atender toda a região do entorno do município de Altamira, oportunizando aos egressos do curso que atendam às necessidades de profissionais da área de Saúde no sul do Pará. Prioritariamente, o curso será ofertado em turma única, devendo a possibilidade de ofertas posteriores ser discutida, futuramente, pela Instituição. O edital com as regras do concurso para ingresso no curso ainda não tem data definida para ser publicado
Texto: Jéssica Souza - Assessoria de Comunicação da UFPA, Fotos: Alexandre Moraes

DELEGAÇÃO DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS VISITAM AGENCIAS EM ALTAMIRA, BRASIL NOVO E MEDICILÂNDIA


Sandro Mattos, Rosalina Amorim e Alan Rodrigues
no Banco do Brasil de Brasil-Novo
O Sindicato dos Bancários Estado do Pará promoveu visitas às agências bancárias de Altamira, Brasil Novo e Medicilândia, a delegação sindical é composta pela presidenta Rosalina Amorim e os diretores Sandro Mattos e Alan Rodrigues. O objetivo é reunir com os bancários e bancárias em seus locais de trabalho, apurar as principais demandas em cada unidade, além de levar os calendários 2013 do Sindicato e materiais informativos à categoria.



Agencia Bradesco de Medicilândia
Na quarta-feira (23) a cidade visitada foi Altamira. Os dirigentes sindicais percorreram todas as agências de bancos públicos e privados e em muitas delas puderam reunir com os trabalhadores sobre questões específicas de cada banco. Na quinta-feira (24), à tarde, os diretores do Sindicato retornaram à Altamira e reuniram com os funcionários do Banco do Brasil e agendaram reuniões com os funcionários do Banpará, Caixa Econômica e Bradesco para a sexta-feira (25).



Situação da agência do BB de Medicilândia é precária
desde o assalto ocorrido em novembro de 2011
Na manhã de quinta-feira, o Sindicato esteve nas cidades de Brasil Novo e Medicilândia e visitaram as agências do Banco do Brasil e Bradesco, as únicas instituições financeiras presentes em ambos os municípios. Segundo a presidenta Rosalina Amorim, a situação mais complicada foi identificada no Banco do Brasil de Medicilândia.

“A agência do BB em Medicilândia está em péssimas condições de trabalho, desde o piso da unidade até à fachada, onde parte da porta de entrada está coberta por um compensado, o que representa insegurança para os funcionários e clientes da agência. Vamos cobrar providências do Banco do Brasil para solucionar o problema na unidade”, afirma Rosalina.


Dirigentes sindicais são recebidos pelos funcionários
do Banco do Brasil de Medicilândia
A situação precária da agência do BB em Medicilândia se estende desde o último assalto ocorrido na unidade no dia 7 de novembro de 2011 Mais de um ano se passou e até agora o Banco do Brasil não tomou providências para reformar a agência ou mudar de prédio para atender ao público.

Fotos e informações do Sindicato do Bancário do Estado do Pará